Via Miguel Noronha:
The world’s cheapest car - a runabout costing just £1,300 - was unveiled in New Delhi to protests from environmentalists but delirious excitement from millions of ordinary Indians.
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The world’s cheapest car - a runabout costing just £1,300 - was unveiled in New Delhi to protests from environmentalists but delirious excitement from millions of ordinary Indians.
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Jorge A.
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Etiquetas: Ambientalismo, Aquecimento Global, Economia
When measured, poverty is the absolute or relative poverty. Absolute poverty refers to a set standard which is consistent over time and between countries. An example of an absolute measurement would be the percentage of the population eating less food than is required to sustain the human body (approximately 2000-2500 calories per day for an adult male).Relative poverty views poverty as socially defined and dependent on social context. In this case, the number of people counted as poor could increase while their income rise. A relative measurement would be to compare the total wealth of the poorest one-third of the population with the total wealth of richest 1% of the population. There are several different income inequality metrics. One example is the Gini coefficient.In many developed countries the official definition of poverty used for statistical purposes is based on relative income. As such many critics argue that poverty statistics measure inequality rather than material deprivation or hardship. For instance, according to the Heritage Foundation, a conservative think tank, 46% of "those" in "poverty" in the U.S. own their own home (with the average poor person's home having three bedrooms, with one and a half baths, and a garage).Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Poverty
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Jorge A.
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Etiquetas: Economia, Tudo é relativo
É fantástico, não é? Em média, um português aguenta mais de 12 anos na mesma empresa (na Europa só a Grécia faz melhor - ou pior, conforme a perspectiva). Nos Estados Unidos aguentam 4 anitos apenas. É a teoria do emprego para a vida que alimenta o sonho de parte do povo trabalhador. Em parte o medo de arriscar, o desejo da segurança. Mas em muito maior parte isto deve-se à impossibilidade de arriscar. Com as leis laborais que temos, uma empresa pensa duas vezes antes de contratar quem quer que seja, e o trabalhador pensa duas (para não dizer três ou quatro) vezes antes de deixar a sua empresa. Ou isso, ou o trabalhador português contenta-se com pouco, e rapidamente descobre o emprego que o deixa feliz...
Curiosamente (embora sem nada de curioso), a facilidade de despedir não promove taxas de desemprego elevadas. E mesmo sem gráfico, garanto-vos desde já que não promove salários baixos... Mais, boa parte da taxa de desemprego verificada nos EUA não é devido a desemprego de longo prazo (como em Portugal o é), mas por pessoas em situação de desemprego temporário enquanto acabaram de mandar um patrão à fava e procuram outro melhor.
O gráfico em cima é sobre o efeito do salário minimo no desemprego dos mais jovens. O que se constata é que quanto maior o salário minimo, maior o desemprego junto das classes mais jovens. Normal, um jovem sem habilitações e no inicio de actividade dificilmente terá um nível de produtividade que corresponda ao salário minimo...
Os estados a azul escuro, são estados norte americanos onde não existe salário minimo. Em Portugal nem se imagina o que isso é ou sequer que isso seja possível num país economicamente desenvolvido - há quem peça um salário mínimo tipo 426,5 euros. São curiosamente os mesmos que depois atacam o governo pelo desemprego elevado. Um dia, ainda me vão explicar de onde retiram estes valores. Qual o mecanismo e a forma de cálcular o salário minimo? Não há. De onde vem esta precisão dos 426,5? Podiam dizer qualquer coisa como à volta dos 425 euros, mas não, aquela merda é precisa: eles querem um salário minimo de 426,5 (atente-se no virgula cinco) euros. É um espectáculo. Mas em Portugal, acabar com o salário minimo seria o fim de qualquer governo.
Mas há sinais de mudança na sociedade portuguesa. No sector ao qual estou ligado, há várias pessoas a trabalharem no Algarve vindas de outras regiões do país (o que implica uma mobilidade não caracteristica do mercado de trabalho português), e boa parte do pessoal qualificado troca de empresa em busca de condições melhores a partir de certo ponto. Claro que continuam a existir pontos negros: há muito boa gente com qualidade para continuar a desempenhar funções na empresa que é posta de parte porque a empresa não pode arriscar ter mais um funcionário com contrato efectivo. Ao mesmo tempo que nessa empresa há pessoal efectivo que poderia muito bem ser posto de parte...
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Etiquetas: Economia, Mercado de Trabalho
Fonte: Ludwig von Mises InstituteO barril de Brent, petróleo de referência na Europa, atingiu hoje um novo recorde acima da barreira dos 80 dólares a acompanhar as fortes valorizações dos mercados accionistas mundiais, suportado pela fraqueza do dólar e pelos novos receios de tempestades tropicais.
É, conheço muito boa gente cujo salário todos os anos atinge um máximo histórico, mas não os vejo com grande festejos - até se queixam que ganham menos. Será que podemos juntar a inflação à discussão?
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22:49
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Etiquetas: Economia, Taxa de Câmbio
270 milhões de pobres a menos no mundo.
O número de pobres no mundo baixou de 1,25 mil milhões para 980 milhões de pessoas, o que corresponde a 16% dos habitantes da Terra.
Convém recordar Soares, na sua entrevista à revista Única do Expresso [negritos meus]:
P-Como define a relação que existe actualmente com o dinheiro?
R-O neoliberalismo deu às pessoas a ideia de que o mundo é uma selva e a selva é para os mais fortes, que se alimentam dos mais fracos. É o que se chama o "darwinismo social". A força, aliás, não se mede pelo músculo, mas pelo dinheiro. Cada vez há mais pobres e maiores desigualdades e o que acontece a esses pobres? É indiferente: estão condenados a desaparecer. Neste momento há um relatório, nos Estados Unidos, onde se diz que o grande inimigo já não é o terrorismo, mas o perigo que podem representar as populações do Sul, famintas, vítimas do desenvolvimento e das catástrofes naturais, procurando desesperadamente entrar nos países ricos do Norte. É a única resposta possível - diz o relatório - será a exterminação em massa. Vejam! Trata-se de preconizar o regresso à barbárie... Depois do humanismo iluminista e, apesar de tudo, de dois séculos de progresso.
Na cabeça de Soares talvez o (neo)liberalismo tenha-lhe deixado a ideia que "o mundo é uma selva", mas Soares também tem a ideia que há um relatório americano que alerta para o "perigo que podem representar as populações do Sul" e cuja solução para tal problema é a "exterminação em massa"... logo, eu diria que as ideias de Soares andam um bocado deslocadas da realidade. Mas o que me interessava mesmo na reportagem era a parte do "cada vez há mais pobres", ideia mil vezes repetida pelas gentes de esquerda, parados no tempo, e incapazes de perceber as vantagens da globalização e do comércio livre. Ao menos numa coisa gostava de concordar com Soares, na previsão de que os pobres "estão condenados a desaparecer". Afinal de contas, o número absoluto de pobres decresceu em 27 vezes a população portuguesa. O que me assusta, e muito, é aquele Portugal multiplicado por 98 que continua a viver na pobreza - e não seria certamente com as ideias de Soares que esse número seria reduzido.
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Etiquetas: Economia, Globalização, Socialismo Século XXI
Procter & Gambler
A tax-cut war is spreading across Europe as leaders of the Continent's biggest economies give up criticizing smaller neighbors for cutting business-tax rates and decide to join them instead.
"Corporate tax has been an important part of the story in strengthening growth, balances of payments, fiscal performance and currencies" in Eastern Europe, said Philip Poole, head of emerging-markets research at HSBC in London.
Now, falling budget deficits are making it easier for Sarkozy and other leaders to join the tax-cutting competition. JPMorgan Chase forecasts the budget shortfall in the 13 nations that share the euro will shrink to 1 percent of gross domestic product this year from 2.5 percent in 2005.
Supporters of lower corporate taxes point to the success of Ireland, whose 12.5 percent rate, the lowest in the developed world, is down from 47 percent in 1988. That proved a magnet for such U.S.-based technology companies as Microsoft, Intel and Dell and helped Ireland's economy grow more than three times the rate of the euro area in the past decade, while still running a budget surplus in nine of the 10 years.
Taxes are also only one factor companies consider when deciding where to locate. Employment regulations, work force skills, wage levels and infrastructure are also decisive.
Three times in a decade, Ireland’s “Teflon” taoiseach (prime minister) has led his party to a stunning victory. On June 14th, he is expected to be re-elected as taoiseach for a third successive term too.
In the end this vote for the status quo was a vote for the Celtic Tiger, and against any change that might threaten its survival.
Diz o Daniel Oliveira, a propósito desta noticia do Brasil - Governo quebra patente de droga anti-Aids; laboratório critica decisão - que:
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Etiquetas: Economia, Socialismo Parvo
Adapted from "The Tyranny of Controls" in Free to Choose: A Personal Statement, by Milton Friedman and Rose Friedman
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Etiquetas: Comércio Livre, Economia, Globalização
Fonte: Trabalhos do Professor Pedro Portugal - docente da cadeira de Economia do Trabalho da Universidade Nova de Lisboa, entre outras coisas...
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Etiquetas: Economia, Mercado de Trabalho
(via 25 centímetros de neve)
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Etiquetas: Economia, Globalização
Pedro Arroja tem vindo a recorrer a uma argumentação que sugere que parte das culpas pelo males a que este país é sujeito derivam da formação em Direito de muitos dos seus lideres - nomeadamente aqui e aqui. A classe sentiu-se ofendida. O Ega aqui parece ter sentido tal afirmação como uma ofensa, referindo imediatamente que o autor de tal argumentação era Pedro Arroja, um economista. O caminho estava preparado para a discussão direito vs economia. Agora é o Carlos Abreu Amorim que vem emitir a sua opinião. Quanto ao Ega, avisou que iria comentar tal opinião mais tarde, fico à espera caro Ega, mas se for para fazer recair a análise na vertente economistas versus advogados/juristas, digo que o caminho não é o correcto. O CAA foi por esse caminho, respondeu ao Pedro Arroja criticando os economistas. Ainda por cima, parece que não leu correctamente o post do Pedro Arroja, pois a certa altura diz (em letra miudinha, vá-se lá saber porquê):já agora, seria bom que o adorador de Oliveira Salazar, várias vezes assim confessado, o dr. Pedro Arroja, se recordasse que este era jurista e professor de direito -apenas a título de alguma réstea de coerência intelectual
Não comentando especificamente o que diz Pedro Arroja, é minha convicção que os homens do direito foram em grande parte responsáveis pelo atraso económico do pais. Nos tempos mais próximos basta atentar à nossa Constituição, que constitui um dos principais entraves à evolução do pais. Mas o problema não está só na nossa Constituição, estás nas nossas instituições e nas leis que as regulam. Recomendo vivamente: Law and Finance: Why does Legal Origin Matters.Assim, por exemplo, durante o século XX, aquilo que uniu os ditadores quegovernaram Portugal, ou ambicionaram governá-lo - como Salazar, Marcello Caetano, Álvaro Cunhal, ou mesmo Afonso Costa - não foi o seu catolicismo, mas o facto de serem todos formados em Direito.
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Etiquetas: Economia, José Sócrates, Politica Nacional
Os suíços rejeitaram em referendo, por mais de 70% dos votos, a criação de um sistema nacional de segurança social, tal como era proposto pelos partidos de Esquerda, optando assim por manter a actual situação de seguros médicos particulares.
Até que uma tal (difícil) reforma institucional tenha eventualmente lugar, o sistema vigente impõe a mais fácil das soluções: a geração no poder impede qualquer modificação no sistema, preservando os seus direitos e impondo às gerações mais jovens a obrigação de os pagar. Esta, contudo, pode ser uma vitória pírrica.
Quando as actuais 2ª e 1ª geração chegarem ao poder, os custos do elevado numero de pensionistas a seu cargo, predominantemente a actual 3ª geração, poderão ser incomportáveis. Porventura, à nova “geração no poder” não restará outra solução do que reduzir os benefícios dos pensionistas, os quais serão apanhados de forma totalmente desprevenida: convencidos da inalienabilidade dos seus direitos, nunca na sua fase activa sentiram a necessidade de criar o seu próprio sistema de previdência individual, pelo que estarão totalmente impreparados para a crise do sistema que poderão enfrentar no final das suas vidas.
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21:43
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Etiquetas: Economia, Segurança Social
Gosto particularmente destas:
Pac-Man Defense - Quando uma empresa X sobre a qual é lançada a oferta de aquisição pela empresa Y, responde tentando adquirir a empresa Y.
Meanwhile, we may feel that politically the world is a mess, but our feelings don't entirely fit the facts -- at least the immediate facts. There are fewer inter-state wars now than there were five, ten or fifteen years ago. The conflicts we are most disturbed about -- Iraq, Israel, Sri Lanka -- are civil wars. The country whose prestige has been damaged most by the debacle in Iraq is of course the United States, so we tend to think of this as politically highly significant. And it may prove to be, but it isn't right now.
The big reason why the world economy is unaffected by turmoil in the Middle East, or even by the nuclear weapons programs of Iran and North Korea, is that the world's great powers -- America, China, Russia, the EU countries, India and Japan -- are more or less friendly with one another and more or less co-operative with one another. None is seeking to stoke up conflict with any of the others.
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23:44
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Etiquetas: Economia, Politica Internacional