O Benfica não ganha campeonatos, mas no ténis ganha grand slams...domingo, janeiro 27
sábado, janeiro 26
Live Blogging
sexta-feira, janeiro 25

Na madrugada de amanhã decide-se o titulo feminino do Australian Open entre Maria Sharapova e Ana Ivanovic, naquela que será indiscutivelmente a final mais "bonita" da história do ténis mundial (e numa final onde, até ver, não tenho favorita à vitória). Até lá, este blogue limita-se a ter este post na entrada principal (amanhã regressa ao normal). Que ganhe a melhor!
This is the End
quinta-feira, janeiro 24
No Fear
It was, in both senses of the word, stunning. And yet Tsonga, the 22-year-old Frenchman who looks like a young Muhammad Ali but plays quite like himself, did not look stunned in the least until the moment after he calmly finished off his 6-2, 6-3, 6-2 victory with his 17th ace.
quarta-feira, janeiro 23
Imprensa Desportiva *
Even after watching Roger Federer play and win dozens of big matches in Grand Slam tournaments, he can still catch you off guard.
It happened on Wednesday night at the Australian Open. Federer was facing James Blake of the United States in the quarterfinals and was down 1-2 in the second-set tiebreaker. He had just played a poor defensive point, looking off rhythm and in a mood almost dark enough to match his black socks.
Up he trudged to the service line and then, out of a funk, came nothing less than tennis magic: a typically huge return from Blake that Federer parried with a forehand half-volley, a huge approach from Blake that Federer parried again as if someone had pushed a fast-forward button on a digital video recorder and then, to finish off, a whipping forehand passing shot cross-court for a winner that seemed to dip past Blake's racket at just the right moment.
With no time to think, brood or fret, it had all been done on instinct, and just like that, Federer was on his way: taking the next point, another extended crowd pleaser, with a spectacular overhead winner off a high-bouncing lob from Blake that landed very near Federer's baseline.
Blake put hand to strings and clapped, not nearly as stunned as the 16,000 fans in Rod Laver Arena. "Nothing he does surprises me," Blake said, after Federer's 7-5, 7-6 (5), 6-4 victory. "It frustrates me, but nothing surprises me.
* Sim, no Record, n'A Bola e n'O Jogo também encontro textos assim.
terça-feira, janeiro 22
Isto Não é um Blogue de Cinema II *
Já tinha referido que a Sharapova cilindrou a "Federer de saias"? Sim, mas olha, cá vai de novo:Sharapova Ousts Henin in Upset
Someone understandably preoccupied with global markets and searching for an express-lane summary of what happened on Tuesday at the Australian Open, should take note of the following: A star was born. A star was reborn. And Serena Williams has everyone confused again.
The reborn star would be Maria Sharapova, who, of course, never left the planet’s screens, magazine covers and richest athletes lists over the past year but who has been much less of an irresistible presence on the planet’s tennis courts. Until Tuesday that is, when she played the most complete, focused and flawless big match of her career to overwhelm No. 1 seed Justine Henin 6-4, 6-0 in the quarterfinals and end the Belgian’s six-month winning streak.
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Jorge A.
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Etiquetas: Desporto, Miúdas Giras, Ténis
sábado, janeiro 19
O Imperador
No jogo de hoje, que opôs Roger Federer a Janko Tipsarevic no Open da Austrália, o destino ditou que o sérvio ganhasse. Só assim se explicam os dezasseis (em vinte e um) break points não aproveitados pelo imperador suiço, e os três (em três) break points aproveitados pelo sérvio. No entanto, e apesar do destino ditar o contrário, o suiço é um adepto fervoroso do make your own destiny... e assim se explica que com os parciais de 6-7 (5-7) 7-6 (7-1) 5-7 6-1 e 10-8 o imperador suiço tenha seguido em frente rumo ao seu 13º grand slam. No filme de 1984 de Milos Forman, Amadeus, a personagem Antonio Salieri refere-se a Wolfgang Amadeus Mozart como prova da presença de Deus na terra, Mozart seria o veiculo através do qual Este faria chegar a Sua música ao mundo. Ora bem, para mim, Roger Federer está para o ténis como Mozart esteve para a música clássica... inspiração divina?sexta-feira, janeiro 18
Andava Indeciso...
quinta-feira, janeiro 17
It Didn't Help
Fabrice Santoro resume o seu jogo contra Roger Federer no Australian Open cujo resultado terminou 6-1 6-2 e 6-0 a favor do relógio suiço.
quarta-feira, janeiro 9
Emoção
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Jorge A.
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Etiquetas: Desporto, Politica Internacional, Ténis
sexta-feira, dezembro 28
domingo, novembro 18
Próximo Ano
Federer acaba o ano da melhor forma, vencendo a Masters Cup na final sobre Ferrer pelos parciais de 6-2, 6-3 e 6-2, sem discussão. Dizem-me que Federer é mau para a modalidade - discordo. Não há grande competitividade, é um facto, mas as pessoas deviam era agradecer o simples facto de terem a possibilidade de ver ténis como que emanado por uma qualquer entidade divina. O inferno para o deus da modalidade ainda reside naqueles campos avermelhados de roland garros, onde o diabo é rei. Que para o ano assim não seja, e que Federer para além disso vá ganhar a medala de ouro nos jogos olimpicos de Pequim. Teremos assim a possibilidade de ver num só homem os 4 titulos de grand slam, a medalha de ouro dos jogos olimpicos e o campeão do último masters cup... nunca a não competitividade foi tão competitiva. É a batalha de um homem por fazer do que parece impossível, possível.sábado, novembro 17
Rivalidades
Federer atropela Nadal no caminho do 4.º título
Rafael Nadal esperava encontrar Roger Federer "num mau dia". Em vez disso calhou-lhe a fava: foi atropelado por 2-0 nos parciais de 6-4 e 6-1 em menos de uma hora (59:09 minutos, mais precisamente...) pelo n.º 1 do Mundo, que quis fazer jus ao ranking numa demonstração de classe pura.
domingo, novembro 11
Next, please
Acabou a temporada feminina de ténis de 2007 com a vitória na Masters Cup em Madrid de Justine Henin - a melhor jogadora indubitavelmente deste ano, o que lhe rende o titulo de Federer com saias. Mas este é um ano que não deixa muitas saudades para o sector feminino: a lesão no ombro de Sharapova; a quase ausência de Mauresmo; o fim de carreira de Clijsters (para dedicar a vida à familia) e de Hingis (num caso de doping); a má forma fisica das irmãs Williams (mesmo assim as única que deram luta efectiva á número um mundial). Foi assim um ano dominado claramente pela belga - que recorde-se, também não marcou presença no primeiro grand slam da época. Este Masters foi um culminar ao nível da restante temporada: fraco. De bom neste masters, só o regresso em força da Maria, que acabou por dar alguma luta a Henin na final agora terminada. Que o próximo ano corra melhor.quinta-feira, novembro 1
Maldita Cocaina
Martina Hingis anunciou que vai abandonar o ténis profissional. Pelos vistos a menina foi apanhada nas malhas da cocaina no torneio de Wimbledon. Triste saida para alguém que foi das melhores atletas que a modalidade conheceu.segunda-feira, setembro 10
Ressaca
Na minha modesta opinião, não é em Novak Djokovic, nem em Rafael Nadal, que Roger Federer encontra o seu maior rival e a sua principal motivação para manter-se no topo. É com a história da modalidade que Federer tem um ajuste de contas a concretizar. É verdade que Nadal uma vez ou outra traz Federer à terra e dá-lhe uma lição de humildade, mas a aparente vantagem de Nadal frente a Federer não deixa de ser fruto das circunstâncias. Nomeadamente da circunstância de Nadal invariavelmente ser eliminado nos torneios onde Federer é mais forte, enquanto Federer recorrentemente vai à final dos torneios de terra batida onde Nadal, por enquanto, é o rei. No dia em que Nadal ou Djokovic conseguirem rivalizar com Federer de igual para igual, dificilmente será por estes dois elevarem o seu jogo ao nível do jogo do suiço, mas será sempre por um abaixamento de forma do melhor jogador de todos tempos.













