A menina da foto é a prostituta de luxo envolvida na história que levou à demissão de Eliot Spitzer do cargo de governador do estado de Nova Iorque - o seu nome, Ashley Alexandra Dupre, a sua idade, 22 anos. Tecendo alguns comentários:quinta-feira, março 13
Considerações
A menina da foto é a prostituta de luxo envolvida na história que levou à demissão de Eliot Spitzer do cargo de governador do estado de Nova Iorque - o seu nome, Ashley Alexandra Dupre, a sua idade, 22 anos. Tecendo alguns comentários:
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terça-feira, março 11
Jornalismo Português
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sábado, março 1
Fired Up, Ready to Go
Observar a democracia americana - a democracia moderna mais antiga do mundo - em acção é de cativar qualquer interessado em politica como eu. É ficar mais desapontado com a realidade portuguesa de afastamento da população das decisões que lhe dizem respeito, é ficar desapontado com os politicos portugueses, com a politica nacional. É ponderar como os que há mais tempo praticam a democracia como forma de organização politica conseguem renovar a politica de tal forma que, para um qualquer distraido, a movimentação que se assiste nos Estados Unidos de hoje assemelha-se ao empolgamento encontrado nas jovens democracias. É como se a democracia só agora tivesse chegado à América, e só agora os americanos tivessem descoberto a democracia. É observar a maior e melhor democracia do mundo em acção - com todas as suas falhas, com todos os seus defeitos, mas acima de tudo, com todas as suas virtudes.Por isso... não, e não, e não... estou farto da politica nacional. Dos compadres Lopes e Menezes, do arquitecto Sócrates, dos camaradas Louçãs e de Sousas, dos armani Portas, do esfingico Silva. Farto deles todos. E como a realidade é dura e estou farto desta gente cujo objectivo na vida é tornar a minha, a vossa, a nossa vida cada vez pior, prefiro não comentar a politica nacional. Fico-me pelos EUA, mesmo que por lá não viva e por lá nada decida. Mas entre a sombria politica nacional e a luz que irradia da democracia americana, eu fico-me por esta última.
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domingo, fevereiro 24
Kosovo, Cuba e Chipre
EMBARGO, SHMEMBARGO: IT'S ALL GREEK TO ME
As el Comandante makes his exit, Stephen Hugh-Jones takes a moment to skewer the American trade embargo on Cuba. Not only does it rank among the longest-lasting geopolicy failures in history, but the EU is making the same mistake with the Turkish Republic of Northern Cyprus...In sum, since the 1980s the EU has been trying, like the United States since the 1960s, to get rid of a regime it disapproves of through impoverishment; a regime, moreover, which, unlike Castro's, practises a tolerable version of democracy, and has never posed any threat to the EU's interests, let alone offered to install the nuclear missiles of its enemies. Like the US, the EU has failed. Yet, like the US, it persists.The EU accepted the break-up of Yugoslavia; indeed most big EU countries have just rushed to recognise the dismemberment of Serbia by Kosovo's Albanians, which--however strong their claims--threatens the peace of Europe far more than does the existence of the TRNC. Nor can one reasonably try to starve a nation into changing its mind, let alone one that threatens nobody. The EU doesn't try that with Iran or North Korea, still less Cuba. It does try with the Turkish-Cypriots.
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domingo, fevereiro 17
Kosovo
Seguindo a vontade de cerca de 90% da população de 2 milhões de habitantes, acaba de ser proclamada pelo parlamento local a declaração de independência do Kosovo. O Henrique Raposo diz que dar a independência ao Kosovo é pior do que um crime. É um erro político. Que nos vais custar muito caro. Eu cá não posso estar mais em desacordo. Um erro seria ir contra a vontade da maioria do povo - tão simples quanto isso. O raciocinio do Henrique é o mesmo que leva o ministro dos negócios estrangeiros português a não receber o Dalai Lama, ou o mesmo que leva poucos a condenarem a Rússia pelo questão tchechena tal como a Rússia devia ser condenada. Os bascos em Espanha? Sim, mas há uma maioria basca a procurar a independência de Espanha? Não me parece... e muito menos de 9 em cada 10. Submeter a vontade da população a decisões politicas estratégicas é que me cheira sempre a erro.
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sábado, fevereiro 2
Sobre a Democracia
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quarta-feira, janeiro 9
Emoção
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Man of the Moment
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segunda-feira, janeiro 7
Reagan, RFK e Obama
Watching Senator Barack Obama on Meet the Press last Sunday, I suddenly understood how so many people felt about Robert Kennedy in 1967 and 1968. Here is an enormously talented political figure with the capacity to inspire Americans and remind us of why America is the world's hope. Yet Obama, like Robert Kennedy in 1968, is a freshman senator for whom convention wisdom holds that a presidential run should be another cycle away. Many of Robert Kennedy's advisors pleaded for him to wait until 1972, when the field would be clear for him.
Robert Kennedy died before I was born, but he is my political hero because of his capacity for growth, because of his idealism, because of his toughness, and not the least because he chose to run for the presidency when it was difficult rather than preordained. He heeded the call to run at a time when our country was mired in an ill-conceived and and badly executed war.
RFK declared his candidacy at a time when Americans had come to distrust the words of the occupant of the Oval Office. And when Kennedy finally decided to run for the presidency, he chose to appeal to the better angels of America's nature.
Robert Kennedy famously quoted George Bernard Shaw: "Some men see things as they are and ask 'Why?' I dream things that never were and ask 'Why not?'"
Today I find myself hoping that Barack Obama will think of running for the presidency and say to himself, "Why not?"
Tudo isto e muito mais no The Daily Dish de Andrew Sullivan.But I think, when I think about great presidents, I think about those who transform how we think about ourselves as a country in fundamental ways so that, that, at the end of their tenure, we have looked and said to ours — that's who we are. And, and our, our — and for me at least, that means that we have a more expansive view of our democracy, that we've included more people into the bounty of this country. And, you know, there are circumstances in which, I would argue, Ronald Reagan was a very successful president, even though I did not agree with him on many issues, partly because at the end of his presidency, people, I think, said, "You know what? We can regain our greatness. Individual responsibility and personal responsibility are important." And they transformed the culture and not simply promoted one or two particular issues.
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sábado, janeiro 5
Ainda Sobre Obama
O seu discurso na vitória do Iowa é brilhante do ponto de vista formal: na duração, no ritmo, na mistura Luther King com W. Whitman, remetendo para a memória das intervenções mais marcantes de L. King (ir a Washington cobrar a factura), e de Kennedy ("Let us begin"). A "esperança" como refrão, por contraponto à "fé" (que é cega); os dois exemplos concretos de duas pessoas sem assistência médica; o despertar da paixão da América por si própria, num final quase apoteótico de apelo à unidade. Absolutamente profissional, em suma.
O problema de Obama, se ganhar as eleições, pode ser o excesso de expectativas. O nosso problema é que ele quer que os "rapazes" abandonem o Iraque e voltem para casa e parece mais interessado numa América mais fechada, centrada nos seus problemas - a redução da dependência do petróleo, por exemplo - e menos interventiva no plano internacional. Não são muito boas notícias, parece-me.
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Imparável?
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sexta-feira, janeiro 4
O Discurso
* Tá bem, tenho 24 aninhos... mas então oiçam e depois digam qualquer coisinha... ok?
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Man of the Moment
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quinta-feira, janeiro 3
Remember Rwanda?
Asked if they knew about the church massacre, all the youths nodded. "We were there," said one man, who said his name was Patrick. "We got a message that the Kikuyus were arming near the church. So we went to give reinforcements to the Kalenjins there."
Another man carried on: "The men and women had babies and small children, but they carried pangas to defend themselves. Is someone with a panga innocent? It is not our custom to kill women and children. We told them to come out of the church, but they locked the door and refused to come out. So we burned them."
A third youth spoke. "They were not worshipping in the church. They were hiding. That makes it a cave not a church. Let Kibaki send a plane for the Kikuyus. They can go ... or they will be killed."
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terça-feira, janeiro 1
Falta de Bons Exemplos
For all its flaws, an example to others
The example Kenya can set for South Africa and the rest of the continent. [...] Whoever wins, what matters next is that the result should be accepted by the loser and Kenyans should be seen to endorse the principle of peaceful competition. Most of Africa has left behind the era of the one-party state, but its people have yet to be fully persuaded that multi-party politics need not be chaotic.
Esta manhã, o candidato da oposição, Raila Odinga, estimava que mais de 250 dos seus apoiantes tenham sido mortos desde quinta-feira, dia em que decorreram as presidenciais, a maioria dos quais depois de domingo, dia em que foram anunciados os resultados.
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quarta-feira, dezembro 19
Para o Bem e para o Mal
Depois de um óscar, um emmy, um nobel, e o prémio principe das Astúrias, dá-me um certo gozo ver Al Gore como runner up na atribuição anual de person of the year 2007 pela revista Time. Aqui fica um excerto da justificação do prémio, bem como o link para o artigo:
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sábado, dezembro 15
Eleições Americanas 2008
A primeira intervenção no golfe pérsico é mais fácil de justitifcar. O Iraque invadia o Kuwait e a intervenção justitificaria-se. Mas George W. Bush pai parou a tempo. Com os soldados iraquianos remetidos ao seu lugar, o Iraque, a guerra podia ser dada como terminada - os iraquianos que resolvessem os seus problemas por sí - e o ocidente que não concordava com Sadham que cortasse relações com este.
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O Ano em Revista (Politica e Sociedade)
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domingo, dezembro 9
Cimeira UE-África
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Outros Protagonistas, Mesmo Discurso
Na cimeira da Universidade de Lisboa a star figure Muammar Kadhafi exigiu uma indemnização dos países "colonizadores" aos paises "colonizados". Ao que parece, nas palavras de Kadhafi, a existência de colonizadores e colonizados poderia levar a actos de terrorismo, afirmando em jeito de ameaça que "hoje os fracos também conseguem-se vingar". Kadhafi fala por experiência própria, ou não tenha sido a Libia a patrocinar o atentado ao avião da companhia norte-americana da Pan Am em 1988.
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William Jefferson Clinton
