domingo, março 2
Enquanto...
Publicada por
Jorge A.
à(s)
15:10
|
Etiquetas: Estados Unidos, União Europeia
domingo, fevereiro 24
Kosovo, Cuba e Chipre
EMBARGO, SHMEMBARGO: IT'S ALL GREEK TO ME
As el Comandante makes his exit, Stephen Hugh-Jones takes a moment to skewer the American trade embargo on Cuba. Not only does it rank among the longest-lasting geopolicy failures in history, but the EU is making the same mistake with the Turkish Republic of Northern Cyprus...In sum, since the 1980s the EU has been trying, like the United States since the 1960s, to get rid of a regime it disapproves of through impoverishment; a regime, moreover, which, unlike Castro's, practises a tolerable version of democracy, and has never posed any threat to the EU's interests, let alone offered to install the nuclear missiles of its enemies. Like the US, the EU has failed. Yet, like the US, it persists.The EU accepted the break-up of Yugoslavia; indeed most big EU countries have just rushed to recognise the dismemberment of Serbia by Kosovo's Albanians, which--however strong their claims--threatens the peace of Europe far more than does the existence of the TRNC. Nor can one reasonably try to starve a nation into changing its mind, let alone one that threatens nobody. The EU doesn't try that with Iran or North Korea, still less Cuba. It does try with the Turkish-Cypriots.
Publicada por
Jorge A.
à(s)
01:31
|
Etiquetas: Politica Internacional, União Europeia
quarta-feira, janeiro 9
Nem tão cedo...
UE nervosa recorreu a Cavaco Silva
O Presidente da República teve um papel preponderante na decisão final de José Sócrates em não convocar um referendo nacional ao Tratado de Lisboa. Segundo soube o DN junto de fontes políticas, Aníbal Cavaco Silva terá recebido nos últimos dias várias mensagens de países com peso na União Europeia. Os contactos diplomáticos, segundo as mesmas fontes, ocorreram com a tensão gerada em muitos países da UE com a mera possibilidade que existia de Sócrates se decidir pelo cumprimento da sua promessa eleitoral.Estes outputs de países como a Alemanha (o país liderado por Angela Merkel foi o mais incisivo nestes contactos) terão virado inputs de Belém em relação a São Bento, ainda segundo as supracitadas fontes. Ou seja, pelos canais institucionais, a Presidência da República terá feito saber ao Governo qual era o sentimento reinante na maior parte dos países europeus.
Publicada por
Jorge A.
à(s)
13:36
|
Etiquetas: Politica Nacional, União Europeia
domingo, dezembro 9
Cimeira UE-África
Publicada por
Jorge A.
à(s)
03:06
|
Etiquetas: África, Politica Internacional, União Europeia
quinta-feira, novembro 8
Excepção
Publicada por
Jorge A.
à(s)
18:02
|
Etiquetas: Pessoal, Politica Nacional, União Europeia
sexta-feira, outubro 19
Tratado, aka Porreiro, pá!
Bruno Alves, no Desperada Esperança.
Publicada por
Jorge A.
à(s)
22:36
|
Etiquetas: Blogs, José Sócrates, União Europeia
quinta-feira, outubro 18
Tratado
Publicada por
Jorge A.
à(s)
22:53
|
Etiquetas: Portugal, União Europeia
sexta-feira, junho 22
Todos somos iguais, mas há uns mais iguais que os outros
Publicada por
Jorge A.
à(s)
22:58
|
Etiquetas: União Europeia
sexta-feira, maio 25
À Falta de um Motor de Busca Europeu
EU asks Google to explain data retention policies
In the latest example of a U.S. technology giant potentially being called on the carpet in Europe, Google has been warned that it may be violating European Union privacy laws by storing data on its users for up to two years.
Any EU effort to impose limits on Google, which as a U.S.-based firm operates under U.S. law, would be the latest in a series of increasingly aggressive actions taken by European policymakers to reign in global technology companies.
Google described the committee's request as reasonable. It noted that the company itself raised the issue with EU officials in March by announcing that it was shortening the retention of customer data, which had previously been unlimited, to up to two years. Other large search engines like Yahoo and MSN Search have not disclosed how long they keep data on users.
Publicada por
Jorge A.
à(s)
20:19
|
Etiquetas: Estados Unidos, Internet, União Europeia
sábado, abril 7
Chutar para a frente
Quem não quer que haja referendo sobre a chamada Constituição Europeia não quer democracia na União Europeia. Tão simples e tão grave como isto. Parece, a julgar pelo Expresso, ser o caso de Durão Barroso que está a pressionar o governo para romper com o compromisso referendário do PS e do PSD.
Paulo Gorjão no Bloguitica:
Eis uma pequena amostra da linha de argumentação que nos poderão querer vender em breve: caros portugueses, afinal não será necessário submeter a referendo o texto do tratado em (re)negociação porque, na realidade, tudo não passa de questões técnicas e de simples fórmulas de funcionamento.
E qual é a novidade deste desenvolvimento face à "Nova" Constituição Europeia? Pouca ou nenhuma. Afinal de contas, as coisas sempre foram assim - porque haveriam de mudar? Da mesma forma que nunca submeteram o Tratado de Maastricht à aprovação dos portugueses, e por essa via, aderimos ao Euro sem qualquer consulta referendária aos portugueses, os governantes não vêem nenhum motivo de interesse em levar o novo projecto europeu à discussão pública - o risco é grande, e eles, como sempre, não querem correr o risco de constatarem que o povo não está do seu lado - embora depois - mesmo que a resposta do povo ao novo projecto seja negativa - sempre se ensaiem as respostas do costume: é um voto de descontentamento com a situação interna - pois claro, com a UE todos tem de andar satisfeitos.
Em Portugal o espirito critico é pouco. O considerar que os governantes decidem melhor por nós do que nós decidimos por nós mesmos há muito que é regra generalizada na cabeça de grande parte do povo português - isto apesar de recorrentemente falarem mal daqueles que os governam. O governo também ajuda, o programa curricular do ensino secundário é pró-União Europeia - não favorece praticamente em nada o espirito critico em relação ao projecto europeu - procura levar-nos a aceitar a UE como um dado certo. As poucas questões que coloca na cabeça dos jovens estudantes é como vai a UE evoluir, em que sentido deveremos caminhar, mas nada diz sobre o processo evolutivo já caminhado. E o não questionar o que já se fez, é o primeiro passo para não questionar o que aí vem.
Publicada por
Jorge A.
à(s)
13:37
|
Etiquetas: Ensino, Politica Nacional, União Europeia

