domingo, março 2
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segunda-feira, fevereiro 11
American Spirit
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domingo, fevereiro 3
Sonho Americano V
Nascida em Nyagan, Sibéria, Rússia. Com sete anos o pai trouxe-a para os Estados Unidos para praticar ténis na academia de Nick Bollettieri (a mesma onde a portuguesa Michelle de Brito se encontra). Desde então que a russa mora nos Estados Unidos, embora nunca tenha abdicado do seu estatudo de cidadã russa.
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Sonho Americano IV
Ayn Rand, nascida em 1905 em São Petersburgo, Rússia. Chegada aos Estados Unidos em 1926 com um visto temporário, decidiu abraçar o país como o seu novo lar. Em 1931 naturalizou-se cidadã norte-americana, e acabaria por se transformar numa das mais importantes pensadoras do século XX.
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Sonho Americano III
Martina Navratilova, nascida em 1956 em Praga na então Checoslováquia. Fugiu da sua terra natal em 1975 com 18 anos, para em 1981 naturalizar-se cidadã norte-americana.
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Sonho Americano II
Arnold Schwarzenegger, nascido na muita europeia Áustria, onde chegou a fazer serviço militar. Em 1968 com 21 anos partiu rumo aos Estados Unidos da América. Após uma carreira bem sucedida no cinema, é actualmente o governador eleito pelos republicanos do estado da Califórnia.
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segunda-feira, janeiro 14
Candidatos (Ainda Mais) "Revolucionários" para a América III
Marilyn MansonTinha a sua graça, e este é branco como a cal...
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Candidatos "Revolucionários" para a América II
Esta ainda menos hipóteses tinha...
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Candidatos "Revolucionários" para a América
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Sex/Rac(ismo)
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domingo, janeiro 13
Interactividade
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quarta-feira, janeiro 9
Man of the Moment
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segunda-feira, janeiro 7
Reagan, RFK e Obama
Watching Senator Barack Obama on Meet the Press last Sunday, I suddenly understood how so many people felt about Robert Kennedy in 1967 and 1968. Here is an enormously talented political figure with the capacity to inspire Americans and remind us of why America is the world's hope. Yet Obama, like Robert Kennedy in 1968, is a freshman senator for whom convention wisdom holds that a presidential run should be another cycle away. Many of Robert Kennedy's advisors pleaded for him to wait until 1972, when the field would be clear for him.
Robert Kennedy died before I was born, but he is my political hero because of his capacity for growth, because of his idealism, because of his toughness, and not the least because he chose to run for the presidency when it was difficult rather than preordained. He heeded the call to run at a time when our country was mired in an ill-conceived and and badly executed war.
RFK declared his candidacy at a time when Americans had come to distrust the words of the occupant of the Oval Office. And when Kennedy finally decided to run for the presidency, he chose to appeal to the better angels of America's nature.
Robert Kennedy famously quoted George Bernard Shaw: "Some men see things as they are and ask 'Why?' I dream things that never were and ask 'Why not?'"
Today I find myself hoping that Barack Obama will think of running for the presidency and say to himself, "Why not?"
Tudo isto e muito mais no The Daily Dish de Andrew Sullivan.But I think, when I think about great presidents, I think about those who transform how we think about ourselves as a country in fundamental ways so that, that, at the end of their tenure, we have looked and said to ours — that's who we are. And, and our, our — and for me at least, that means that we have a more expansive view of our democracy, that we've included more people into the bounty of this country. And, you know, there are circumstances in which, I would argue, Ronald Reagan was a very successful president, even though I did not agree with him on many issues, partly because at the end of his presidency, people, I think, said, "You know what? We can regain our greatness. Individual responsibility and personal responsibility are important." And they transformed the culture and not simply promoted one or two particular issues.
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sábado, janeiro 5
Ainda Sobre Obama
O seu discurso na vitória do Iowa é brilhante do ponto de vista formal: na duração, no ritmo, na mistura Luther King com W. Whitman, remetendo para a memória das intervenções mais marcantes de L. King (ir a Washington cobrar a factura), e de Kennedy ("Let us begin"). A "esperança" como refrão, por contraponto à "fé" (que é cega); os dois exemplos concretos de duas pessoas sem assistência médica; o despertar da paixão da América por si própria, num final quase apoteótico de apelo à unidade. Absolutamente profissional, em suma.
O problema de Obama, se ganhar as eleições, pode ser o excesso de expectativas. O nosso problema é que ele quer que os "rapazes" abandonem o Iraque e voltem para casa e parece mais interessado numa América mais fechada, centrada nos seus problemas - a redução da dependência do petróleo, por exemplo - e menos interventiva no plano internacional. Não são muito boas notícias, parece-me.
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Imparável?
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sexta-feira, janeiro 4
O Discurso
* Tá bem, tenho 24 aninhos... mas então oiçam e depois digam qualquer coisinha... ok?
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Man of the Moment
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quarta-feira, dezembro 19
domingo, dezembro 16
Ouvir Marcelo
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Camille Paglia
William Jefferson Clinton




