O que terá o caro Pedro Arroja a dizer sobre esta noticia?
segunda-feira, julho 23
Catástrofe
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Etiquetas: da irritação que provocam, Israel/Palestina
sexta-feira, junho 15
História em Imagens
1947 (Resolução 181 da Assembleia Geral da ONU)Se no ínicio do ano de 2005 - pouco após a morte de Arafat - me dizessem que o que sucede hoje poderia acontecer, eu não acreditava.
Hamas seizes control in Gaza, ousting Fatah
On its first day in full control in Gaza, Hamas on Friday both mocked and reached out to its defeated Fatah rivals, offering them amnesty but also rifling through President Mahmoud Abbas's bedroom, stripping a former Gaza strongman's home down to the flowerpots and throwing a Fatah gunman off a rooftop.
U.S. considers accepting Hamas takeover of Gaza
Among Middle East experts, the possibility of trying to establish a diplomatic separation between Gaza and the West Bank and lavishing benefits on the West Bank - an idea that seemed remote a week ago - is now being discussed.
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Etiquetas: Israel/Palestina
quinta-feira, junho 14
Blame Israel
Diz o caro Daniel Oliveira num post sugestivo com o titulo de receita para uma guerra civil:
Retire ao governo democraticamente eleito o dinheiro dos impostos, impeça-o de pagar salários às forças de segurança garantindo a ausência de qualquer autoridade pública e pondo o poder na rua; boicote toda a economia, destruindo a classe média; impeça os serviços públicos de funcionar criando a raiva popular; prenda os deputados eleitos tornando a democracia numa farsa e mostrando ao povo e aos eleitos a sua inutilidade. Depois de misturar estes condimentos acrescente armas q.b. à oposição. Feche este composto de forma hermética, não permitindo qualquer contacto com o exterior. Por fim ponha ao lume e mostre ao Mundo como este prato é veneno.
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Etiquetas: Israel/Palestina
sexta-feira, junho 8
Estado Maldito
A guerra de Junho de 1967 não foi uma guerra de agressão: foi uma campanha preventiva. A guerra de 1967 não foi a causa do actual impasse no Médio Oriente, mas apenas confirmou a prevalência israelita num conflito que se iniciara em 1948, quando os países árabes circunvizinhos não aceitaram as disposições da ONU e atacaram o novo Estado hebraico. A guerra de 1967 ditou o início da contestação a regimes laicos socializantes satelizados pela URSS, implicou a radicalização do fanatismo e do integrismo islâmicos e veio confirmar o profundo corte existente entre o Ocidente e o mundo árabe. O mundo árabe escolhera o bloco de Leste. Derrotado e frustrado, virou-se para um passado glorioso mas morto. O mundo árabe fez e continua a fazer as piores escolhas: quis ser socialista quando não devia; quer ser anti-ocidental quando não pode.
Outro mito que tem-se vindo a espalhar é sobre a origem da criação do estado de Israel. A argumentação muitas vezes utilizada sobre a preponderância dos Estados Unidos na criação do novo estado e, especialmente, os seus propósitos, são totalmente contrários à realidade - o que não invalida que os americanos tenham sido um dos maiores apoiantes da causa do estado hebraico, mas esse apoio já vinha de há muito tempo atrás. Se houve país que tentou tirar proveito dum novo estado na região foi a União Soviética - apesar desta sempre ter seguido uma politica anti-sionista - mas que via naquele novo país uma forma de retirar rapidamente a influência do Reino Unido na região do médio oriente, e ambicionava tornar o estado hebraico numa nova república socialista. Só quando a União Soviética percebe que o estado recém formado adopta o modelo ocidental de sociedade, é que muda de lado, passando a apoiar o lado árabe. Já sobre as escolhas do mundo árabe, as más escolhas já vinham de trás. Desde o tempo em que os lideres religiosos palestinianos decidiram dar apoio ao regime nazi alemão, em troca da garantia de um estado palestiniano, tendo como contrapartida o exterminio do povo judeu da região. De facto, sempre se colocaram do lado errado da barricada.
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domingo, junho 3
Ahmadinejad
O Presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que os combatentes libaneses e palestinianos já iniciaram a "contagem decrescente" para o fim do Estado de Israel.
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segunda-feira, maio 21
O Pequeno Satã

Israel declara "estado de excepção" no sul do país
Israel autoriza escalada militar contra a Faixa de Gaza
Israel ameaça matar primeiro-ministro palestiniano
Pode ter sido problema meu, mas ainda não dei conta na Última Hora do Público de que tenha morrido uma mulher israelita devido a um rocket palestiniano como refere a Helena Matos.
Recorro ao IHT: Eight dead in Israeli airstrike aimed at Hamas lawmaker
Israeli-Palestinian violence escalated dangerously Monday when Israel killed five militants in airstrikes and indicated that Hamas political leaders could be their next target, and a rocket fired from Gaza killed an Israeli woman, inviting a harsh Israeli response.
The rocket fired at the battered town of Sderot hit a car, setting it on fire. Both Hamas and Islamic Jihad claimed responsibility.
Officials said the woman, who was hit while approaching the car, died on the way to the hospital. Two other people were wounded.
Verifica-se que os palestinianos só atiram rockets para se defenderem. De tal forma, que quando morre uma civil israelita, todos querem ser os autores de tal proeza. Com os misseis israelitas também morrem civis palestinianos? Em maior número até? Sim. Os israelitas fazem disso um orgulho? Dúvido... mas isto se calhar sou só eu, que devo ter para aqui um qualquer enviezamento ideológico.
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Etiquetas: Israel/Palestina
terça-feira, maio 15
Ficção
Unity rule in doubt as Hamas and Fatah clash
With Hamas and Fatah fighters killing each other again for a third day Tuesday, any serious effort at seeking peace now between Israel and the Palestinians seems quixotic.
The fighting - on the day that all Palestinians commemorate as the "Nakba," or the "catastrophe" that overtook them after Israel's independence - is the best sign that the new Palestinian unity government, put together under Saudi auspices at the end of March, is a fiction.
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segunda-feira, abril 16
I want to fight
"I don't want to be a secretary," said Cohen, who enters the army in 18 months. "I want to fight."
Esta frase sai da boca de uma rapariga israelita de 16 anos e dá que pensar. E esta forma de pensar não será muito diferente da forma de pensar de uma rapariga de 16 anos palestiniana. A forma de luta assumida por cada uma é que poderá ser drasticamente diferente.
A esta forma de pensar não será alheio o facto do povo israelita saber, por experiência própria bastante penosa, que só lutando é que poderão manter-se livres. Mas também do lado palestiniano, não estarei muito enganado se dizer que estes, só lutando, é que poderão tornar-se livres (o que não implica concordar com a forma como lutam, nem contra quem lutam).
Representará isto uma espiral sem solução para o conflito israelo-palestiniano? Espero que não, mesmo porque a situação seria facilitada se os palestinianos percebessem que é nas potências árabes da região, que sempre quiseram expulsar os israelitas da região à força, que se encontra o principal adversário à sua verdadeira liberdade. Enquanto o estado de Israel se sentir ameaçado, não só pelos palestinianos, mas por todos os que o rodeiam, dificilmente as tréguas poderão ser alcançadas.
Mas na Europa só culpamos um lado: os israelitas e os seus aliados americanos. A Siria e o Irão por exemplo, raramente são apontados como culpados pela situação vivida na região. É que na Europa, ao contrário da jovem israelita Cohen, ninguém want to fight. E por isso o melhor é não criar ondas e não identificar inimigos. Culpemos os amigos, e esperemos que estes resolvam a situação dos outros, daqueles que não ousamos identificar. Pena que os nossos amigos, como se viu no Iraque, na ânsia de resolverem os problemas, ainda criam outros... e nós, do alto da nossa superioridade intelectual, olhamos de cima e apontamos os erros... até nos damos ao prazer de sorrir com os problemas deles... como se o problema não fosse também nosso.
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Jorge A.
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14:12
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Etiquetas: Estados Unidos, Israel/Palestina, Politica Internacional



